20 de novembro de 2025

Pfizer e Nona: Avanços em anticorpos inovadores na imunoterapia

Confira como a parceria Pfizer-Nona pode revolucionar os tratamentos com anticorpos e impactar a oncologia no Brasil.

Pfizer e Nona: Avanços em anticorpos inovadores na imunoterapia

A imunoterapia entra em uma nova fase: a Pfizer firmou parceria com a Nona Biosciences para cocriar anticorpos inovadores em imunoterapia, integrando descoberta, desenvolvimento e engenharia — incluindo a plataforma HCAb — para acelerar pipelines de anticorpos terapêuticos. Nesta série, abordaremos o que essa aliança sinaliza para a imunoterapia avançada, como movimentos paralelos (como a ampliação de indicação do Epkinly — epkinly oncologia) redefinem o manejo oncológico e quais impactos práticos esperar na biotecnologia em saúde no Brasil: acesso, protocolos clínicos, integração digital e seleção de pacientes. Trilharemos evidências, tendências e exemplos aplicados para médicos, nutricionistas e psicólogos na atualização de condutas em doenças crônicas e câncer.

Dando sequência ao panorama da parceria Pfizer–Nona, anticorpos inovadores em imunoterapia referem-se a uma nova geração de anticorpos terapêuticos que extrapolam os mAbs clássicos: biespecíficos (T‑cell engagers), conjugados fármaco‑anticorpo (ADCs) e HCAbs/nanocorpos. Na imunoterapia avançada, essas arquiteturas ampliam especificidade, penetração tumoral e modularidade. A plataforma HCAb, destacada no acordo, gera moléculas menores e altamente engenheiradas. Exemplo clínico: epkinly oncologia (epcoritamabe) demonstra como biespecíficos redirecionam células T contra CD20 e reconfiguram linhas de cuidado em linfomas. Implicações práticas: seleção por biomarcadores, manejo de CRS e esquemas step‑up; para nutrição e psicologia, suporte à fadiga e adesão. Na biotecnologia em saúde, esses avanços aceleram pipelines e ensaios adaptativos.

Conectando o panorama anterior, a parceria Pfizer–Nona consolida anticorpos inovadores em imunoterapia ao integrar descoberta–desenvolvimento–engenharia (Harbour Mice, triagem de célula B e plataforma HCAb). Além da colaboração de P&D, a Pfizer licenciou o ADC HBM9033/PF‑08052666 contra mesotelina (payload TOP1i), com dados pré-clínicos e desenho de fase 1 já apresentados em congressos, sinalizando velocidade translacional. Na imunoterapia avançada, isso pode expandir anticorpos terapêuticos — biespecíficos e ADCs — e encurtar ciclos “Idea‑to‑IND”. Para a prática: seleção por MSLN, monitoramento de toxicidades de ADC (hematológicas/GI) e, à luz de epkinly oncologia, protocolos de CRS e step‑up. Em biotecnologia em saúde, espera‑se ensaios adaptativos, integração digital e rastreabilidade de segurança.

Em síntese, do acordo Pfizer–Nona à ampliação de epkinly oncologia, anticorpos inovadores em imunoterapia saem do pipeline para a prática com maior precisão, modularidade e possibilidade de manejo ambulatorial. Epcoritamabe mostra ORR ~60% e CR ~40%, com CRS majoritariamente grau 1–2 mitigado por step‑up e telemonitoramento, reforçando anticorpos terapêuticos na imunoterapia avançada. Para médicos e gestores no Brasil: organizar triagem por biomarcadores (CD20, MSLN, dMMR, BCMA); padronizar protocolos de CRS/infecções e ePRO; estruturar farmacovigilância e RWE; e negociar acesso via acordos de risco. Integrar biotecnologia em saúde (ADCs, HCAbs) e ensaios adaptativos fecha o ciclo inovação‑acesso.

Fonte: https://endpoints.news/pfizers-antibody-pact-with-nona-biosciences-epkinlys-label-expansion/

Escrito por
Dr. Marcos Ladeira
Dr. Marcos LadeiraOrtopedista e Traumatologista
Crie sua contaPronto para recuperar seu tempo e elevar o cuidado com seus pacientes?